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	<title>Agricultura Biológica em Coimbra</title>
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		<title>UE: Identificados 365 resíduos de pesticidas em frutas e hortaliças</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 17:31:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mais de 360 diferentes resíduos de pesticidas foram identificados em frutas e hortaliças consumidas na Europa, 76 dos quais em cereais, segundo um estudo ontem divulgado pela Agência Europeia para a Segurança dos Alimentos (AESA).
No entanto, e de acordo com o estudo realizado no âmbito das novas normas que entraram em vigor na UE em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mais de 360 diferentes resíduos de pesticidas foram identificados em frutas e hortaliças consumidas na Europa, 76 dos quais em cereais, segundo um estudo ontem divulgado pela Agência Europeia para a Segurança dos Alimentos (AESA).<br />
No entanto, e de acordo com o estudo realizado no âmbito das novas normas que entraram em vigor na UE em meados de 2008, apenas 3,5 por cento das amostras apresentaram vestígios de pesticidas em níveis superiores aos limites máximos de resíduos (LMR) autorizados. “O relatório mostra que 96,5 por cento das amostras são consistentes com teores máximos de resíduos de agrotóxicos permitidos na UE”, refere a AESA num comunicado que acompanha o estudo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/frutas.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-173" title="AD 86992" src="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/frutas-300x201.jpg" alt="frutas 300x201 UE: Identificados 365 resíduos de pesticidas em frutas e hortaliças" width="300" height="201" /></a>O estudo baseou-se em mais de onze mil amostras de nove diferentes produtos &#8211; laranjas, tangerinas, peras, batatas, cenouras, pepinos, espinafres, feijão e arroz sem casca &#8211; analisadas em 2008 nos 27 estados-membros da UE.<br />
A AESA concluiu também que é maior a presença de pesticidas nos alimentos importados de países fora da UE (7,6 por cento) do que nas amostras dos produtos produzidos na União Europeia (2,4).<br />
Quanto à comida para bebé (2062 amostras), 76 apresentaram resíduos de pesticidas e quatro excederam as normas máximas recomendadas.<br />
O relatório hoje divulgado não pode ser comparado com o do ano passado e com dados relativos a 2008, uma vez que as normas europeias para os resíduos químicos nos alimentos foram revistas a 1 de Setembro de 2008, tendo os Estados membros harmonizado os procedimentos. Anteriormente, cada país da União Europeia estabelecia suas próprias normas.<br />
Fonte: <a href="http://www.publico.pt/Sociedade/identificados-365-residuos-de-pesticidas-em-frutas-e-hortalicas_1446421">Jornal Público</a></p>
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		<title>Criada a Confraria do Chícharo em Alvaiázere</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 23:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Chícharo]]></category>

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		<description><![CDATA[“No passado dia 28 de Julho de 2010, por iniciativa do Município de Alvaiázere, foi constituída a Confraria do Chícharo no Cartório Notarial de Ansião. Outorgaram a respectiva escritura como confrades fundadores: Município de Alvaiázere; Junta freguesia de Almoster; Junta de Freguesia de Alvaiázere; Junta de Freguesia de Maças de Caminho; Junta de Freguesia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“No passado dia 28 de Julho de 2010, por iniciativa do Município de Alvaiázere, foi constituída a <strong>Confraria do Chícharo</strong> no Cartório Notarial de Ansião. Outorgaram a respectiva escritura como confrades fundadores: Município de Alvaiázere; Junta freguesia de Almoster; Junta de Freguesia de Alvaiázere; Junta de Freguesia de Maças de Caminho; Junta de Freguesia de Maças de D. Maria; Junta de Freguesia de Pelmá; Junta de Freguesia de Pussos e Junta de Freguesia de Rego da Murta.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/confraria_chicharo_2010.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-169" title="confraria_chicharo_2010" src="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/confraria_chicharo_2010-300x225.jpg" alt="confraria chicharo 2010 300x225 Criada a Confraria do Chícharo em Alvaiázere" width="300" height="225" /></a>A <strong>Confraria do Chícharo</strong> visa promover o estudo, preservação e divulgação do património gastronómico de Alvaiázere, bem como a sua ligação com a arte, artesanato, ciência e literatura. Esta pode acontecer de forma directa ou em complemento com outras actividades histórico – culturais do concelho”1.<br />
<strong>Nota do Quental Biológico</strong>: É uma boa notícia para as gentes das serras calcárias da região centro de Portugal, relembramos que no Quental Biológico temos a venda para todo o País esta deliciosa leguminosa.<br />
<a href="http://www.cm-alvaiazere.pt/default.aspx?module=NoticiaDisplay&amp;ID=162">Notícia do site da Câmara Municipal de Alvaiázere</a></p>
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		<title>Quinta com produção de vinhos em Modo Biológico distinguida pelo Best of Wine Tourism</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 01:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eis uma boa notícia para a enologia de produção biológica portuguesa.
A Quinta da Baseira e Quinta de Freixo, situada em Amarante, na margem do rio Tâmega,na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, foi distinguida pelo Best of Wine Tourism na categoria &#8220;Sustainable Wine Tourism Practices&#8221;. O recurso a um modo de produção biológico, sem utilização de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eis uma boa notícia para a <strong>enologia de produção biológica</strong> portuguesa.<br />
A <strong>Quinta da Baseira</strong> e <strong>Quinta de Freixo</strong>, situada em Amarante, na margem do rio Tâmega,na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, foi distinguida pelo Best of Wine Tourism na categoria &#8220;Sustainable Wine Tourism Practices&#8221;. O recurso a um <strong>modo de produção biológico</strong>, sem utilização de produtos químicos nas vinhas, esteve na origem desta distinção. A Quinta da Baseira e Freixo também disponibiliza aos visitantes excursões e visitas guiadas às vinhas, às adegas, ao museu de destilaria, bem como provas e degustações.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/quinta-da-baseira.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-166" title="quinta da baseira" src="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/quinta-da-baseira-300x224.jpg" alt="quinta da baseira 300x224 Quinta com produção de vinhos em Modo Biológico distinguida pelo Best of Wine Tourism" width="300" height="224" /></a>Os prémios Best of Wine Tourism são atribuídos anualmente pela Great Wine Capitals e pretendem destacar os produtores de vinho no que respeita à excelência das facilidades e acesso a vários elementos como arte e cultura, práticas sustentáveis de turismo vínico e disponibilização de experiências de qualidade ao público.</p>
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		<title>28º Congresso Internacional de Horticultura em Lisboa</title>
		<link>http://www.quentalbiologico.com/2010/06/28%c2%ba-congresso-internacional-de-horticultura-em-lisboa/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 01:51:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Vais realizar-se o Congresso Internacional de Horticultura, que é um evento mundial organizado pela Sociedade Internacional de Ciências Hortícolas (ISHS), que se realiza em Lisboa a 22-27 de Agosto de 2010 (www.ihc2010.org). Este congresso realiza-se a cada quatro anos e são esperados mais de 2000 participantes de cerca de 80 países.
O programa do Congresso inclui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vais realizar-se o Congresso Internacional de Horticultura, que é um evento mundial organizado pela Sociedade Internacional de Ciências Hortícolas (ISHS), que se realiza em Lisboa a 22-27 de Agosto de 2010 (<a href="http://www.ihc2010.org/">www.ihc2010.org</a>). Este congresso realiza-se a cada quatro anos e são esperados mais de 2000 participantes de cerca de 80 países.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/Simposio-agricultura-Biologica.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-163" title="Simposio agricultura Biologica" src="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/Simposio-agricultura-Biologica-287x300.jpg" alt="Simposio agricultura Biologica 287x300 28º Congresso Internacional de Horticultura em Lisboa " width="287" height="300" /></a>O programa do Congresso inclui um Simpósio de grande relevância, considerando o crescente <strong>consumo, produção e marketing de produtos biológicos em todo o mundo</strong>:<br />
- Simpósio de Horticultura Biológica &#8211; Produtividade e sustentabilidade (Symposium of Organic Horticulture &#8211; Productivity and sustainability)<br />
<strong>Secretariado</strong><br />
28th IHC Lisboa 2010 Secretariat for Scientific Programme<br />
Instituto Superior de Agronomia<br />
Tapada da Ajuda, 1349-017 Lisboa &#8211; Portugal<br />
Phone: + 351 961068237   Fax: + 351 214411797<br />
E-mail: <a href="mailto:info@ihc2010.org">info@ihc2010.org</a><br />
Isabel Mourão &#8211; Email: <a href="mailto:isabelmourao@esa.ipvc.pt">isabelmourao@esa.ipvc.pt</a>, Tel +351 258909740, Fax +351 258909779</p>
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		<title>No Quental Biológico (Coimbra) pode comprar uma grande variedade de alimentos sem glúten</title>
		<link>http://www.quentalbiologico.com/2010/06/no-quental-biologico-coimbra-pode-comprar-uma-grande-variedade-de-alimentos-sem-gluten/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 16:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Os doentes celíacos não podem comer alimentos com TACC (Trigo, Aveia, Cevada e Centeio); ou seja, a grande maioria do pão, farinhas de trigo, cevada, centeio ou aveia, bem como bolos, pastéis, tartes e demais produtos de pastelaria. Também não podem comer bolachas e biscoitos, massas vulgares e sêmola de trigo.
Não podem ainda ingerir bebidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os <strong>doentes celíacos</strong> não podem comer alimentos com TACC (<strong>Trigo, Aveia, Cevada e Centeio</strong>); ou seja, a grande maioria do pão, farinhas de trigo, cevada, centeio ou aveia, bem como bolos, pastéis, tartes e demais produtos de pastelaria. Também não podem comer bolachas e biscoitos, massas vulgares e sêmola de trigo.<br />
Não podem ainda ingerir bebidas com malte e produtos manufacturados que tenham na sua confecção qualquer uma das farinhas já enumeradas, além de bebidas fermentadas a partir de cereais, como cerveja, alguns licores, etc.<br />
Os Doentes Celíacos podem comer todos os alimentos sem glúten,<br />
Como, leite e derivados, carne, peixe, ovos, verduras, hortaliças e tubérculos, frutas e arroz, tapioca e derivados. Mas atenção,  alguns podem adquirir alergias secundárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/Bulgur.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-160" title="Bulgur" src="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/Bulgur-300x149.jpg" alt="Bulgur 300x149 No Quental Biológico (Coimbra) pode comprar uma grande variedade de alimentos sem glúten" width="300" height="149" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quinoa para doentes celíacos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pode ainda ingerir legumes, açúcar e mel, azeite e manteigas, café em grão ou moído, vinho e bebidas espumantes, frutos secos naturais e sal, vinagre de vinho e especiarias.<br />
<strong>Pode comprar no Quental Biológico produtos para celíacos como</strong>:<br />
Cereais a peso (millet, quinoa), cereais de pequeno-almoço (amaranto, milho, quinoa, trigo sarraceno), farinhas (millet, quinoa castanha, trigo sarraceno, alfarroba, grão, araruta, fécula de batata, fubá, milho, soja, tapioca), fermento, flocos de cereais (arroz, bulgur de arroz, millet, quinoa, trigo sarraceno), levedura de trigo-sarraceno, malte de arroz, massas sem TACC., alimentos para bebé, chocolates…<br />
<strong>Nota do Quental Biolológico</strong>: Alguns produtos sem glúten terão que ser reservados e numa semana estarão ao seu dispor. Todos os produtos são de Agricultura Biológica</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nutricionista defende flor de sal em vez do sal</title>
		<link>http://www.quentalbiologico.com/2010/06/nutricionista-flor-de-sal-em-vez-do-sal/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 00:25:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Superalimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Flor de Sal]]></category>

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		<description><![CDATA[A nutricionista Ana Margarida Carvalhais defendeu, na Universidade de Aveiro, que a flor de sal pode (e deve) substituir o sal industrial refinado, na cozinha, por ser mais rico em nutrientes, com vantagens para a saúde e sem que isso cause um rombo no cabaz de compras das famílias, explicou.
&#8220;É verdade que a flor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A nutricionista Ana Margarida Carvalhais defendeu, na Universidade de Aveiro, que a <strong>flor de sal</strong> pode (e deve) substituir o sal industrial refinado, na cozinha, por ser mais rico em nutrientes, com vantagens para a saúde e sem que isso cause um rombo no cabaz de compras das famílias, explicou.<br />
&#8220;É verdade que a <strong>flor de sal</strong> <strong>é mais cara, mas com menos quantidade temos um sabor mais prolongado e melhor</strong>&#8220;, explicou, durante uma conferência sobre &#8220;Sal e Saúde&#8221;, que decorreu na Universidade de Aveiro, no âmbito da VII Semana Aberta da Ciência e Tecnologia.<br />
A <strong>flor de sal</strong>, uma camada de cristais, que se forma à superfície das salinas, é um sal com propriedades nutrientes ímpares, constituído por aglomerados de microcristais facilmente digeríveis, muito bom para cozidos, grelhados e saladas, e tem a vantagem de &#8220;não passar por nenhum processo de industrialização, nomeadamente a lavagem que retira ao sal componentes nutricionais como o plâncton, o krill (pequeno camarão invisível) e restos de esqueletos de pequenos animais marinhos, fontes óptimas de cálcio natural, magnésio, zinco, cobre e molibdénio, entre outros&#8221;, enquanto o sal refinado &#8220;empobrecido com a lavagem é, depois, &#8220;enriquecido&#8221; com aditivos químicos prejudiciais à saúde&#8221;, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/Flor-de-Sal.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-157" title="Flor de Sal" src="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/Flor-de-Sal-238x300.jpg" alt="Flor de Sal 238x300 Nutricionista defende flor de sal em vez do sal" width="238" height="300" /></a><br />
O sal marinho tradicional &#8220;é o melhor sal&#8221; para a saúde&#8221;, disse a especialista, considerando, de resto, que Aveiro &#8220;tem condições únicas, de sol, vento e temperaturas, para a produção deste tipo de sal&#8221;. Fonte JN<br />
<strong>Nota do Quental Biológico</strong>: A <strong>flor de sal</strong> é uma finíssima película de cristais de sal que se forma na superfície da água das salinas, e que é cuidadosamente recolhida com um instrumento especial, que nunca toca o fundo. Temos a sua disposição flor de sal com origem em vários pontos do país. Se desejar podemos enviar para sua casa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cerca de metade das mães de crianças até aos cinco anos já utilizou produtos biológicos na alimentação dos filhos</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 00:38:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Cerca de metade das mães de crianças até aos cinco anos já utilizou produtos biológicos na alimentação dos filhos, revela um estudo realizado em Lisboa.
Segundo o estudo &#8220;Slow Food: terá um lugar ao Sol?&#8221;, realizado no distrito de Lisboa por finalistas de Medicina da Universidade Nova, a utilização dos produtos biológicos &#8220;encontra-se já relativamente difundida&#8221;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Cerca de metade das mães de crianças até aos cinco anos já utilizou <strong>produtos biológicos</strong> na alimentação dos filhos, revela um estudo realizado em Lisboa.<br />
Segundo o estudo &#8220;<strong>Slow Food</strong>: terá um lugar ao Sol?&#8221;, realizado no distrito de Lisboa por finalistas de Medicina da Universidade Nova, a utilização dos <strong>produtos biológicos</strong> &#8220;encontra-se já relativamente difundida&#8221;, com 49,9 por cento das mães de crianças com idades entre um e cinco anos a afirmarem terem já utilizado <strong>produtos biológicos</strong> na alimentação dos filhos.<br />
&#8220;No entanto, a utilização destes alimentos ainda não faz parte do quotidiano das mães, com cerca de um terço (36,5 por cento) a utilizar apenas muito de vez em quando&#8221; e apenas dez por cento a utilizarem todos os dias, salientam os autores.<br />
Os <strong>alimentos biológicos</strong> mais consumidos são a fruta, cenoura, tomate, batata e ovos.<br />
O estudo realça ainda que 55,7 por cento das inquiridas &#8220;tinham um nível elevado de conhecimento sobre alimentação biológica&#8221; e que 77,8 por cento das que não usavam actualmente este tipo de alimentos tinham a intenção de os usar no futuro.<br />
Segundo este trabalho, 90 por cento das mães que já usaram alimentos biológicos fizeram-no devido aos &#8220;benefícios para a saúde&#8221; e 62,3 por cento consideram-nos mais saborosos.<br />
As principais razões apontadas para a sua não utilização foram o preço elevado (64 por cento) e a difícil acessibilidade (37,5 por cento).<br />
<strong>A agricultura biológica não usa pesticidas ou fertilizantes artificiais, antibióticos, hormonas de crescimento ou aditivos alimentares</strong>.<br />
O estudo realça que apesar da existência de alguma controvérsia científica acerca dos benefícios da alimentação biológica, é consensual que &#8220;a procura do alimento biológico tem aumentado, dados os efeitos adversos dos pesticidas dos alimentos convencionais, especialmente nas crianças&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/slow-food.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-154" title="slow food" src="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/slow-food-300x141.jpg" alt="slow food 300x141 Cerca de metade das mães de crianças até aos cinco anos já utilizou produtos biológicos na alimentação dos filhos" width="300" height="141" /></a>Entre outras sugestões, os autores apresentam a necessidade de realização de mais estudos sobre as vantagens nutricionais deste tipo de alimentação, a avaliação das opiniões de profissionais de saúde sobre esta matéria e a &#8220;redução do IVA e subsídio da agricultura biológica, de forma a reduzir os preços&#8221;.<br />
A nutricionista pediátrica Diana Silva, da Sociedade Portuguesa de Ciências da Nutrição e Alimentação, disse à Agência Lusa que, mais do que o uso de produtos biológicos, é preciso uma boa diversificação alimentar no primeiro ano de vida e formar os pais em termos de educação alimentar, para que possam transmitir boas práticas às crianças.<br />
&#8220;Se as pessoas tiverem dinheiro para comprar alimentos biológicos, não temos nada contra, porque de facto o valor nutricional e o sabor da comida será melhor, mas neste momento o que é mais importante para nós é ensinar as populações, principalmente a pediátrica, a fazer boas escolhas alimentares&#8221;, disse, salientando verificar diariamente um deficiente consumo de fruta, sopas e legumes pelas crianças, assim como um elevado consumo de refrigerantes, doces, proteínas animais e, sobretudo, de alimentos pré-confeccionados, devido à falta de tempo das famílias.<br />
A nutricionista salienta ainda que o facto de a alimentação de boa qualidade ser cara é um dos problemas apontados pelas famílias que atende nas consultas como um obstáculo a uma alimentação melhor.<br />
O estudo &#8220;Slow Food: terá um lugar ao Sol?&#8221; baseou-se na análise das respostas de 521 mães a um questionário realizado em Maio último junto de centros de saúde, hospitais, escolas/creches, parques infantis e centros comerciais do distrito de Lisboa.<br />
<em>Fonte: Lusa</em></p>
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		<title>Bolo de Alfarroba e Chila</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 15:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Alfarroba]]></category>

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		<description><![CDATA[Está de parabéns a Janeca por ter publicado esta magnífica receita, que me faz lembrar as cálidas noites ao luar nas muralhas de Cacela a Velha na sua feira muçulmana. Obviamente que recomendo que seja feira com produtos provenientes de Agricultura Biológica.
Ingredientes para a o Bolo de Alfarroba e Chila:
-6 ovos
-300 gr de açúcar
-100 gr [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está de parabéns a Janeca por ter publicado esta magnífica receita, que me faz lembrar as cálidas noites ao luar nas muralhas de Cacela a Velha na sua feira muçulmana. Obviamente que recomendo que seja feira com produtos provenientes de Agricultura Biológica.<br />
<strong>Ingredientes para a o Bolo de Alfarroba e Chila</strong>:<br />
-6 ovos<br />
-300 gr de açúcar<br />
-100 gr de farinha de alfarroba<br />
-250 gr de amêndoas moidas com pele<br />
-250 gr de doce de gila<br />
-2 colheres de (chá) de canela<br />
-4 colheres de (sopa) de manteiga<br />
-4 colheres de (sopa) de farinha de trigo<br />
-2 colheres de (chá) de fermento em pó</p>
<p><a href="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/Bolo-de-Alfarroba.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-149" title="Bolo de Alfarroba" src="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/Bolo-de-Alfarroba-294x300.jpg" alt="Bolo de Alfarroba 294x300 Bolo de Alfarroba e Chila" width="294" height="300" /></a><br />
<strong>Preparação:</strong><br />
Bater ligeiramente os ovos inteiros com o açúcar. Juntar a manteiga), a farinha de trigo e de alfarroba, as amêndoas, os restantes ingredientes e, por fim, o doce de gila envolvendo bem na massa. Vai a cozer em forma ou tabuleiro untado e forrado com papel vegetal também untado. Vai a cozer a forno pré-aquecido a 180 graus durante 25-30 minutos. Enfeitei muito simples só com o açúcar em pó.<br />
A chila pode também ser colocada em camadas, mas para isto é preciso algum jeitinho.<br />
Bom apetite!</p>
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		<title>Pela boca morre o peixe ou como consumir gato por lebre</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 02:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo notável foi retirado do João Santiago Correia do jornal do Interior, mais tarde vim a saber que o João era pai de uma aluna minha na Guarda. Cumprimentos a todos e vamos ao texto.
“Que a tua alimentação seja o teu melhor remédio”; ou “uma maçã por dia afasta-te dos médicos”, são ditados populares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este artigo notável foi retirado do João Santiago Correia do jornal do Interior, mais tarde vim a saber que o João era pai de uma aluna minha na Guarda. Cumprimentos a todos e vamos ao texto.<br />
“Que a tua alimentação seja o teu melhor remédio”; ou “uma maçã por dia afasta-te dos médicos”, são ditados populares que continuam a ser verdadeiros.<br />
A relação entre saúde e alimentação é uma constante da vida, o excesso, tal como a carência, encurtam-na.<br />
Nos anos 70, do século passado, percebeu-se que os Nórdicos e os Norte Americanos tinham maior incidência de doença cardiovascular, quando comparado com os congéneres mediterrâneos. Avaliaram-se as diferenças entre as dietas e percebeu-se que os segundos comiam mais peixe “azul”, azeite, legumes e cereais. Ou seja, em termos técnicos as gorduras eram predominantemente mono insaturadas e, consequentemente, ricas em ómega 3. Por outro lado, alguns estudos colocaram em evidência a necessidade de comer fibras e gorduras não saturadas como forma de prevenir o cancro do intestino. Outros apontavam para os anti-oxidantes e vitaminas. Assistiu-se também à problemática do flúor, primeiro suplementa-se, depois duvida-se e finalmente retira-se.<br />
<strong>Os “alicamentos</strong>”<br />
O mote estava lançado para a indústria da alimentação, havia que identificar nos alimentos as substâncias, isolá-las, produzi-las e vendê-las em produtos de “alto valor para a saúde”.<br />
A indústria alimentar percebeu que se os investigadores trouxessem para o grande público as conclusões dos estudos e se os media generalistas falassem do assunto de forma credível, bastaria então alguns biliões de euro em publicidade para vender o produto e arrecadar mais valias. Ganhariam os publicitários, a indústria, talvez os consumidores e indirectamente o estado previdência. Surgiu deste modo uma nova palavra no dicionário “os alicamentos”, ou seja, meio alimento, meio medicamento. Leite, ovos e iogurtes com ómega 3, sumos com vitaminas, produtos originalmente sem valor nutricional aos quais lhe são adicionadas proteínas e vitaminas, leites ou manteigas aos quais se tirou o máximo de gordura e depois se acrescentou gordura vegetal e cálcio, margarinas modificadas, as fibras, os bifidus activos ou os L. Casei, os pró active, etc. A ideia é convencer o consumidor que se pode alimentar e em simultâneo tratar, deitando para o lixo os comprimidos “altamente tóxicos para o equilíbrio humano”, podendo aderir sem reticências à comida de plástico sem que essa atitude crie deficiências.<br />
Qual a vantagem de beber leite magro enriquecido em cálcio, se, em teoria, o leite meio gordo já deveria possuir idênticas concentrações? Fará sentido comer um ovo enriquecido em ómega 3, quando acompanhado de uma sarda cozida e azeite? Enriquecer os sumos com vitaminas se a fruta fresca as deve conter?<br />
No Japão e nos EUA entraram na cadeia de distribuição mais de 2000 produtos diferentes que vão desde a pastilha elástica com vitaminas, às bolachas com colagéneo que prometem maravilhas dermatológicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/FruitVeg.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-146" title="FruitVeg" src="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/FruitVeg-300x234.jpg" alt="FruitVeg 300x234 Pela boca morre o peixe ou como consumir gato por lebre" width="300" height="234" /></a>Para todos os efeitos estes produtos são manipulados, retirando aquilo que se julga ser prejudicial associando-se o que se julga ser benéfico ou noutros casos apenas se associa e nada se retira. Mas podemos alimentar-nos exclusivamente deles?<br />
Claro que não, porque por exemplo sem ómega 6 (presentes nas gorduras saturadas) o nosso sistema imunitário debilita-se. Nos anos 70 todos reagimos contra os aditivos e corantes adicionados aos alimentos. Davam-lhe melhor aspecto e permitiam maior duração, sabor e frescura. Mas as dúvidas e os abusos levaram à regulamentação e os pais, apavorados, começaram a olhar para as letras e números pequeninos nos rótulos das embalagens. O mesmo se devia ter passado há muito tempo com os “alicamentos”. A Comissão Europeia, preocupada exigiu que os países legislassem e alguns já o fizeram, outros (como o nosso) estão a fazê-lo.<br />
Os consumidores já o deviam ter exigido há muito. Como sempre, aceitaram como verdade tudo o que a publicidade lhes vende.<br />
Facto é que estes produtos são muito mais caros que os alimentos originais. Por outro lado, o consumo de alimentos variados e frescos, confeccionados de forma correcta, conseguem de forma equilibrada fornecer tudo quanto precisamos para viver, e bem.<br />
<strong>Vamos exigir (e ainda bem) à indústria alimentar que nos diga se aquilo que nos vende é mesmo bom para saúde, mas quando iremos exigir à indústria que produz os medicamentos “naturais” (às vezes são apenas complexos vitamínicos) que apresente estudos fiáveis em relação às indicações e à relação custo benefício?</strong><br />
Para que se perceba o negócio, deixo como exemplo a Ginkgo Biloba, comercializada como produto “químico”, doseada a 40 mg custa 17 cêntimos por unidade, enquanto o mesmo produto “natural” doseado a 120 mg custa 41 cêntimos por unidade (em promoção). Preços semelhantes por grama, contudo a dose recomendada pelo Infarmed é de 40 mg três vezes por dia enquanto nas embalagens dos produtos “naturais” é de 120 mg três vezes ao dia, sem que este aumento de dose se reflicta em qualquer vantagem para o consumidor, excepto a económica – para quem vende, claro.<br />
Chegou a altura de consumirmos a lebre e não o gato, distinguindo o trigo do joio.<br />
Artigo de João Santiago Correia retirado do jornal o Interior</p>
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		<title>Alfarroba- o cacau do Algarve</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 01:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Superalimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Alfarroba]]></category>

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		<description><![CDATA[A bela e vetusta alfarrobeira (Ceratonia siliqua L) encontra-se disseminada por toda a região do Algarve e no vale do Douro. O seu fruto é a “alfarroba” que deriva do vocábulo árabe al kharoubah e é uma planta típica de clima mediterrânico.
Alfarroba é um óptimo substituto do chocolate
É consumida como substituta do chocolate, com aparência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A bela e vetusta alfarrobeira (Ceratonia siliqua L) encontra-se disseminada por toda a região do Algarve e no vale do Douro. O seu fruto é a “<strong>alfarroba</strong>” que deriva do vocábulo árabe al kharoubah e é uma planta típica de clima mediterrânico.<br />
<strong>Alfarroba é um óptimo substituto do chocolate</strong><br />
É consumida como substituta do chocolate, com aparência idêntica e sabor mais suave. A <strong>alfarroba</strong> é uma vagem comestível, semelhante ao feijão, de cor castanha e sabor adocicado, que mede em torno de 10 a 20 cm. Dentro dessa vagem encontram-se de 10 a 16 sementes ou quilates. A semente da alfarrobeira foi, durante muito tempo, uma medida utilizada para pesar diamantes. A unidade quilate (carat) era o peso de uma <strong>semente de alfarroba</strong>. E uma das suas características únicas é o seu peso ser sempre igual!<br />
A semente, donde é extraída a goma de elevada qualidade, tem múltiplas utilizações na indústria alimentar, farmacêutica, têxtil e cosmética. Mas a semente representa apenas 10% da vagem e o que resta – a polpa- tem sido essencialmente utilizado na alimentação animal quando, devido ao seu sabor e características químicas e dietéticas, bem pode ser mais aplicado em apetecíveis e saborosas preparações culinárias.<br />
<strong>Alfarroba tem excelente valor nutricional</strong><br />
A farinha de alfarroba é a fracção obtida pela trituração e posterior torrefacção da polpa da vagem. Contém, em média, 48-56% de açúcares naturais, 18% de fibra, 0,2-0,6% de gordura 4,5% de proteínas e elevado teor de cálcio (352 mg/100 g), fósforo e vitaminas (muito rica em vitamina A, B1 e B2). Por outro lado, as características particulares dos seus taninos, levam a que a farinha de alfarroba seja muitas vezes utilizada como antidiarreico, principalmente em crianças.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/Alfarroba.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-139" title="Alfarroba" src="http://www.quentalbiologico.com/wp-content/uploads/Alfarroba-300x225.jpg" alt="Alfarroba 300x225 Alfarroba  o cacau do Algarve" width="300" height="225" /></a>O seu valor nutricional é excelente e pobre em gorduras. A sua farinha pode assim para substituir com vantagem o cacau (podendo-se elaborar mesmo tabletes de alfarroba, que substituem o chocolate) e confeccionar deliciosas doçarias (tartes, tortas, bolos, doces…). Este condimento tem sido utilizado com bastante sucesso na gastronomia algarvia. O pó de alfarroba, como substituto no leite, é verdadeiramente maravilhoso. Insisto, amigos, o leite com pó de alfarroba é uma iguaria única.<br />
<strong>Farinha e outros produtos deivados da alfarroba no Quental Biológico<br />
</strong>Temos a sua disposição, no Quental Biológico, farinha, pó e bolos deliciosos de Alfarroba, de produção biológica, e ainda. Ajude-nos a dar a conhecer a nossa querida alfarrobeira.</p>
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